FIQUE POR DENTRO

  • Nos últimos anos surge um novo ramo da medicina chamado de Medicina Regenerativa, que é uma nova área da medicina voltada para otimizar a capacidade do próprio corpo a regenerar órgãos e tecidos. Tem como base principal os novos conhecimentos sobre as células-tronco e sua capacidade para se tornar células de diferentes tecidos.


    Células-tronco são classificadas em embrionárias ou somáticas também denominadas de células tronco adultas. Durante vários anos, considerou-se que as células-tronco embrionárias fossem o único tipo de células tronco capazes de se transdiferenciarem (transformarem) em outros tecidos, no entanto, estudos recentes têm demonstrado que as células tronco adultas como  as células mesenquimas da medula óssea, gordura e células do cordão umbilical são capazes de se transdiferenciais em outros tecidos de linhagens diferentes. Isto tem criado novas perspectivas para o tratamento de diferentes doenças com células-tronco adultas, que inicialmente se pensava ser feito apenas com células-tronco embrionárias, como diabetes tipo I e II, artroses, doença de Parkinson, doenças cardíacas, esclerose múltipla, câncer, etc.


    A Medicina Regenerativa tem sido chamada de "a próxima evolução de tratamentos médicos", pelo Departamento dos EUA de Saúde e Serviços Humanos, mas esta realidade está mais próxima do que se imaginava.


    A medicina regenerativa têm sido apresenta com um potencial revolucionário comparável ao advento da descoberta da penicilina.

     

     

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    Medicina Regenerativa: Aplicação de Plasma Rico em Plaquetas e Terapia Celular


    As Plaquetas são formadas a partir do Megacariócito que tem origem na medula óssea. Cada Plaqueta guarda de 50 a 80 grânulos, que contém vários fatores que são capazes de interferir na coagulação e cicatrização de tecidos lesados, são chamados de fatores de crescimento que são proteínas envolvidas especificamente na regeneração da lesão tecidual.


    O que é a aplicação de Plasma Rico em Plaquetas ?

    As Plaquetas são formadas a partir do Megacariócito que tem origem na medula óssea. Cada Plaqueta guarda de 50 a 80 ? grânulos, que contém vários fatores que são capazes de interferir na coagulação e cicatrização de tecidos lesados.

    As plaquetas contêm múltiplos fatores de crescimento. Os fatores de crescimento são proteínas envolvidas especificamente na regeneração da lesão tecidual.

    Estudos evidenciam que as plaquetas contêm em abudância fatores de crescimento e citocinas que podem interfirir na inflamação, infecção, osteogênese, cicatrização e regeneração tecidual. Pesquisas demonstram que as plaquetas também liberam muitas proteinas bioativas, capazes de atrairem macrofagos, células-tronco mesenquimais e osteoblastos que podem promover a remoção do tecido necrótico lesionado como também ativar o próprio sistema endógeno de regeneração, podendo ser benéfico em casos de lesões osteomusculares e tendinosas crônicas (ex: epicondilite lateral, fasciite plantar, artrose do

    joelho e quadril).


    prp micros.jpg


    Como é retirado o Plasma rico em plaquetas (PRP):


    Plasma rico em plaquetas (PRP) ou concentrado plaquetário é obtido do próprio paciente pela retirada e posterior centrifugação do sangue recém colhido utilizando citrato de sódio como anticoagulante, em velocidade baixa, de modo a sedimentar as hemácias e manter os leucócitos e as plaquetas em suspensão no plasma.Esse, então, é transferido para outro tubo e constitui o Plasma Rico em Plaquetas (PRP). Este processo permite a concentração de grande número de plaquetas em condições de liberar os fatores de crescimento, em um pequeno volume de plasma.


    O video abaixo demonstra como pode ser separado o Plasma Rico em Plaquetas do sangue normal retirado do próprio paciente.





    Quais os fatores de crescimento presente no plasma rico em

    plaquetas?


    Cientistas já encontram mais 1100 proteínas diferentes nas Plaquetas, e as mais estudadas são: o fator de crescimento derivado de plaquetas (PDGF), fator transformador do crescimento (TGF-?), fator de crescimento epidérmico derivado de plaquetas (PDEGF), o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), fator de crescimento semelhante à insulina 1 (IGF-1), fator de crescimento fibroblástico (FGF), fator de crescimento epidérmico (EGF). Todos presentes no Plasma Rico em Plaquetas (PRP).


    Como funciona o Plasma Rico em Plaquetas (PRP):

    O PRP ou Plasma Rico em Plaquetas é injetado diretamente na área danificada dependendo da necessidade de cada paciente. A alta concentração de plaquetas - 8 a 10 vezes o volume normalmente presente no sangue - catalisa o crescimento de novas células e a recuperação de lesões causadas por processos degenerativos ou traumático de tendões, músculos e cartilagens.


    O vídeo abaixo demonstra Dr.Vasilis Paspaliaris, médico pesquisador da Adistem, empresa de biotecnologia, que desenvolve Educação Médica Continuada sobre medicina regenerativa (ex: Aplicação do Plasma Rico em Plaquetas) nos Estados Unidos, Asia e Europa.



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