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EFICÁCIA DA TERAPIA COM CÉLULAS-TRONCO AUTÓLOGAS NO TRATAMENTO DAS LESÕES DO ESPORTE É ASSUNTO NA SPORT TV.


Embora a terapia com células-tronco autólogas pareça como um tratamento avançado e inovador a terapia com células-tronco autólogas já existem há algum tempo. No passado, os uso das células-tronco autólogas eram muito difíceis de se utilizar. Com novas técnicas e equipamentos, as células-tronco autólogas podem ser facilmente obtidos e concentradas através de um procedimento simples.

As células-tronco estão presentes em pessoas de todas as idades pois são as células reparadoras do nosso corpo. As células-tronco mais conhecidas são as hematopoiéticas (CD 34 +). O tipo de células-tronco adultas mais frequentemente visto em pesquisas são as células-tronco mesenquimais.

As células-tronco mesenquimais normalmente migram para as áreas lesionadas de nosso corpo através da corrente sanguínea. Se a área lesionada tem um suprimento sanguíneo pobre, isto é, com baixo conteúdo de oxigênio (hipóxia) como exemplo as articulações, menisco, tendão do manguito rotador e de outros tendões, estas áreas normalmente não se curam sozinhas. O corpo não é capaz de obter um número suficiente de células de reparo para estas áreas lesionadas. Uma vez que há um suprimento de sangue deficiente nesta área, o corpo tem dificuldade em reparar a lesão.

Reportagem no canal Sport TV sobre o uso das células-tronco autólogas.



Dr. Joseph Purita médico americano especialista em lesão do esporte com células-tronco explica que se a lesão tecidual não for grave, geralmente a aplicação de plasma rico em plaquetas pode ser a ajuda suficiente para a reparação tecidual pois estas liberam os fatores de crescimento que podem ajudar na reparação tecidual e chamada da migração das células-tronco autólogas endógenas para a área lesionada.

Em sua clínica localizada na Florida. Dr. Purita retira as células-tronco autólogas por aspiração da medula óssea. Este aspirado de medula óssea é uma substância que é removido da pélvis ou do osso esterno com uma pequena agulha. Há geralmente um desconforto mínimo com este procedimento uma vez que a área é  anestesiada com uma anestesia local. A maioria dos procedimentos requerem cerca de 60 ml de aspirado de medula óssea. Este aspirado contém as células-tronco mesenquimais, plaquetas e outros tipos de células-tronco úteis para a terapia com células-tronco adultas.

Dr. Purita coloca o aspirado da medula óssea em recipiente especial, o qual é por sua vez colocada em um aparelho chamado de centrífuga. Esta máquina centrifuga a medula óssea, a em alta velocidade, fazendo com que as células-tronco e as plaquetas fiquem separadas do resto dos derivados do sangue. É este concentrado de medula óssea, que é reintroduzido na área ferida durante a terapia com células-tronco autólogas. Este material é chamado de concentrado de aspirado de medula óssea.

Dr. Purita explica que as células-tronco por si só não são capazes de reparar a área. Elas precisam ser direcionadas e ativadas, e as plaquetas são os diretores que as ativam. Ele explica que as células-tronco são os trabalhadores da construção civil e as plaquetas seus supervisores. Uma vez ativadas, as células-tronco são capazes de reparação, além de reparar a lesão, as células-tronco podem estimular as próprias células danificadas a se auto-reparar e isto pode levar semanas ou meses para acontecer. Ele explica que a reparação normalmente ocorre entre 2-3 meses, mas a melhora é tipicamente observado antes. Aproximadamente 4 semanas após a injeção de células-tronco a injeção de plasma rico em plaquetas é realizada sobre a área afetada, seguido por uma segunda injeção de 4-6 semanas mais tarde. Estas injeções de plasma rico em plaquetas permiti que as células-tronco continuem  a crescer e multiplicando no tecido lesionado.

A terapia com células-tronco podem ser influenciadas positivamente ou negativamente por condições diferentes. O álcool parece diminuir a liberação do corpo de células-tronco por isso durante o terapia com células-tronco a ingestão de álcool devem ser mínimo! certos suplementos parecem afetar positivamente a liberação de células-tronco, na verdade, podem até aumentar o seu número como evidenciado por pesquisadores da Universidade do Sul da Florida, EUA.

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